GOVERNANÇA PÚBLICA E COMBATE À CORRUPÇÃO
A discussão da corrupção pelo PNBE e desenvolvido pelo Instituto PNBE visa sensibilizar a sociedade quanto aos danos da ocorrência da corrupção.
O escândalo revelado em 2001 nos balanços maquiados pela renomada empresa de auditoria americana Arthur Andersen para sua cliente do setor energético, a Enron, é um exemplo de que a corrupção pode estar presente em qualquer lugar do mundo. Seja em países de primeiro mundo ou em desenvolvimento, eliminar essa prática danosa para a sociedade é tarefa sempre muito difícil.
No entanto, para desestimular qualquer ato de corrupção, os Estados Unidos tornaram ainda mais rigorosas leis, normas, princípios e a governança corporativa de combate nesse sentido, tanto na esfera pública quanto na privada. São medidas que inibem atos ilícitos, não permitindo que eles se alastrem pela sociedade.
Transportando essa realidade ao Brasil, apesar das constantes e propagadas ações antiéticas, para dizer o mínimo, em território nacional, o que vemos são graves problemas nos mecanismos de controle da corrupção. A falta de rotinas administrativas de combate a essa prática e a descabida impunidade para crimes de diversas naturezas fazem com que o cidadão brasileiro fique cada vez mais descrente na diminuição desse fenômeno.
Com essa percepção clara, o PNBE – Pensamento Nacional das Bases Empresariais criou, por meio de seu Instituto de Desenvolvimento Social, o Grupo de Trabalho Anti-Corrupção. Inserido ao projeto desenvolvido pela entidade “Brasil 2022 – Governança Pública e Combate à Corrupção”.
Só para se ter uma idéia, essa prática no Brasil desvia da economia nacional de 350 a 500 bilhões de reais, segundo estudos do GT – Pró-Ética.
GT – Pró-Ética, tem como objetivo enviar propostas de prevenção e não de penalização de atos relacionados aos temas abordados, ou seja criar uma ‘vacina’ para o cidadão para que este esteje imune à corrupção.
Neste sentido, será criado um material educacional como cartlha, livro e DVD divulgando para a sociedade os mecanismos de defesa contra a degeneração da ética. As pessoas nem sempre sabem que podem se associar a uma entidade de combate à corrupção, realizar um abaixo assinado, enviar um protesto, denunciar atos ilícitos. O material educacional também será utilizado pelo programa “Educação para Cidadania”, projeto do IPNBE, que visa educar jovens de 13 a 17 anos para a conscientização política e social.
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