Por Portal UOL
Estudantes envolvidos na política estudantil ainda lutam contra os estereótipos deixados pela geração de 1968.
Eles passam o tempo discutindo pelos pátios e corredores, fumam maconha e não cortam os cabelos há anos. De vez em quando, visitam alguma aula, mas preferem organizar protestos: o estereótipo dos universitários politicamente ativos é um tanto datado, um resto do clichê da geração de 68, que nada mais tem a ver com a realidade.
Grande parte dos universitários politicamente engajados de agora não só tem uma aparência completamente diferente como também age de forma diferente de acordo com motivos bem pragmáticos --muitos empregadores valorizam a experiência política no currículo.
da Deutsche Welle, na Alemanha




